sexta-feira, 29 de julho de 2011

Rumo ao Congresso Nacional da Ordem DeMolay

Hoje o Capítulo Porto Alegre embarca para o Congresso Nacional da Ordem DeMolay. O evento ocorre perto de casa, em Tramandaí, litoral norte gaúcho. Nossa delegação conta com 29 membros entre DeMolays Ativos, Sêniors e Conselho Consultivo.


Desejamos a todos um ótimo congresso, cheio de aprendizados e alegrias. Acompanhe pelo Twitter através da hashtag #PuercoCNOD.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Feliz Dia do Amigo

Amigo é o irmão que podemos escolher. Em nosso Capítulo a amizade sempre foi a nossa maior marca. Independente de qual geração o DeMolay seja, ele sempre levará na memória os bons momentos que viveu ao lados de seus companheiros. Um por todos, todos por um! A Canção do Amigo, de Rui Biriva, é a melhor maneira de expressar esse tesouro que é o AMIGO!


Feliz Dia do Amigo!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Meu filho, você não merece nada

ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).


Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Material retirado do site da revista Época.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

DeMolay é capa do Jornal Zero Hora e Kzuka

Leia no Kzuka na Zero Hora a matéria sobre as 48 horas sem tecnologia do irmão Rodrigo Adams, sênior do Capítulo Porto Alegre. A matéria também foi destaque na capa do jornal.

Fotos: Reprodução Zero Hora


quarta-feira, 22 de junho de 2011

AC/DC - Live at River Plate

Uma das maiores bandas da história do rock n' roll em um dos maiores templos do futebol mundial. Live at River Plate, do AC/DC, é a melhor coisa que aconteceu no rock n' roll nos últimos 20 anos. O show realizado em 2009 virou registro lançado no mês de maio deste ano.

Aumente o volume e vibre ao som de Brian Johnson, Angus Young, Malcom Young, Cliff Williams e Phil Rudd. Preste a atenção na vibração dos argentinos com a entrada da banda. Cuidado para não atormentar os vizinhos! Assista o DVD na íntegra!


1. Rock N Roll Train 2. Hell Ain't A Bad Place To Be 3. Back In Black 4. Big Jack 5. Dirty Deeds Done Dirt Cheap 6. Shot Down In Flames 7. Thunderstruck 8. Black Ice 9. The Jack 10. Hells Bells 11. Shoot To Thrill 12. War Machine 13. Dog Eat Dog 14. You Shook Me All Night Long 15. T.N.T. 16. Whole Lotta Rosie 17. Let There Be Rock 18. Highway To Hell 19. For Those About To Rock (We Salute You)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Conselho Consultivo oferece jantar aos Veneráveis e autoridades Maçônicas

Em uma iniciativa inédita na noite da última segunda-feira, 20 de junho, os Tios e Irmãos do Conselho Consultivo do Capítulo Porto Alegre ofereceram um jantar aos Veneráveis Mestres do Grande Oriente do Rio Grande do Sul e autoridades Maçônicas. O evento contou com a honrosa presença do Tio José Firmino, Grão-Mestre do G.O.R.G.S., patrocinador do capítulo.

Fotos: Rodrigo Adams

Tio Rodrigo Toledo apresenta a Ordem DeMolay

O objetivo do encontro era apresentar a Ordem DeMolay e a história do Capítulo Porto Alegre. No primeiro momento, o Tio Rodrigo Toledo, Presidente do Conselho, fez uma apresentação sobre a Ordem, sua história e seus princípios. Logo em seguida, o Tio Luciano Escobar, Past Presidente do Conselho e Grande Orador Nacional, fez um depoimento emocionado sobre seus 21 anos como DeMolay.

Tio Luciano Escobar conta sua experiência como DeMolay

Então surgiu a grande notícia da noite. Ao fazer uso da palavra, o Tio José Firmino reiterou o apoio ao Capítulo e fez dois anúncios: A compra de novas capas para os oficiais e uma reforma geral na secretária do Capítulo Porto Alegre. O presente anunciado pelo Grão-Mestre eram duas metas sonhadas para 2011.

Tio Firmino confirma apoio ao Capítulo Porto Alegre

O jantar contou com a presença do Tio Bianchi, figura folclórica e histórica do Capítulo Porto Alegre, que exerceu durante seis anos o posto de Presidente do Conselho.

Maurício Gaforelli, Pablo Machado e Rafael Ávila, juntamente com o Past Master Luis Henrique Machado - que colaborou com as filmagens -, estiveram juntamente com o Conselho. Valeu, gurizada!!!

Nós, do Capítulo Porto Alegre, agradecemos o apoio e a presença de todos os tios em uma noite especial, marcada pela emoção e satisfação de reencontrar velhos amigos. Estamos certos de que os 25 anos de nosso capítulo entrará para a história da Ordem DeMolay, honrando os preceitos de nosso patrono.

Fique ligado!
Dia 13 de agosto será uma noite inesquecível!

Capítulo Porto Alegre – Há 25 anos formando líderes para um mundo mais humano e justo!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Irmão DeMolay participará de Teste Kzuka

Rodrigo Adams, sênior DeMolay do Capítulo Porto Alegre, tem uma aventura nos próximos dias. Ele voltará no tempo com o Teste Kzuka. Sua missão? Viver como se estivesse nos anos 80. Nada de celular, computador, iPod e outras tecnologias atuais. O nome do desafio será "De volta para o futuro".

Foto: Arquivo pessoal

Adams já preparou seu kit sobrevivência

O blogueiro do Kzuka Retrô passará apuros, pois não terá qualquer tipo de comunicação atual. Acompanhe a aventura em tempo real pelo @KzukaRS e o resultado final no Kzuka na Zero do dia 24 de junho.